January 29, 2011
mephistolol:

Sério a única batalha que para mim seria disputada (no quesito gosto) seria o Vegeta vs. Batman, de resto, DBZ»»» HeróisNessa eu devo descordar. O Batman é só um jovenzinho eunuco superestimado, cujo confinamento na Batcaverna é uma metáfora pra morar no portão com a mãe. Homem de Ferro/Homem Aranha e, curiosamente o Superman »»> Batman. E fodam todos os personagens de DBZ, nenhum deles possui uma personalidade de verdade.

mephistolol:

Sério a única batalha que para mim seria disputada (no quesito gosto) seria o Vegeta vs. Batman, de resto, DBZ»»» Heróis

Nessa eu devo descordar. O Batman é só um jovenzinho eunuco superestimado, cujo confinamento na Batcaverna é uma metáfora pra morar no portão com a mãe. Homem de Ferro/Homem Aranha e, curiosamente o Superman »»> Batman. E fodam todos os personagens de DBZ, nenhum deles possui uma personalidade de verdade.

(Source: bigbangattack, via mephistowalker)

January 29, 2011
Na moral, esse pessoal tem que parar de ficar reblogando compulsivamente de quinze em quinze segundos! Essa onda já tá me deixando irado. POLICE BRUTALITY COMING UP!

Na moral, esse pessoal tem que parar de ficar reblogando compulsivamente de quinze em quinze segundos! Essa onda já tá me deixando irado. POLICE BRUTALITY COMING UP!

January 29, 2011
HAIL TO THE KING, BABY! E que alguma divindade aleatória dos credos humanos salve o meu rosto.

HAIL TO THE KING, BABY! E que alguma divindade aleatória dos credos humanos salve o meu rosto.

January 29, 2011
O que aconteceu com o nosso herói, Ryo Sakasaki? Deve ter tomado muito pico de heroína antes de entrar no último torneio. Tá parecendo a cria de satanás!

O que aconteceu com o nosso herói, Ryo Sakasaki? Deve ter tomado muito pico de heroína antes de entrar no último torneio. Tá parecendo a cria de satanás!

January 25, 2011
Contradições Reprodutivas 2 (BETA)

NÃO HÁ FLUXO E NEM EXPLICAÇÕES, MUITO MENOS UMA NOÇÃO REAL DOS FATOS: HÁ APENAS “A ROCHA”.
Era uma vez, no oeste dos estados unidos, um diretor de cinema muito prolífero chamado Gnarls Avery. Ele era conhecido por suas produções caríssimas—seu primeiro filme custou mais de quinze bilhões de dólares. Era a história de uma garotinha assexual e seu cachorro homofóbico, crescendo juntos num velho oeste futurístico domnado por comunistas espaciais), seu estilo arrojado e o seu humor invejável que, por ser invejável, acabava causando inveja. Contudo, nada da vida dele importa pra essas histórias, porque as protagonistas são pessoas completamente diferentes e que provavelmente nunca assistiram um filme dele (a maior parte do seu público alvo é formado por cinéfilos retardados, também fães de Stanley Kubrick e da novela Dona Flor e Seus Dois Maridos, que também é um filme. Uma antiga lenda Yanomami fala de um livro escrito por um tal Jorge Amado. Mas eu acho que isso é uma grande mentira, porque, de onde eu venho, ninguém gosta desse tal Jorge além da mãe dele). Na verdade,eles gostavam muito mais do Programa do Faustão e da Eliana, além de serem grandes simpatizantes de um dos maiores gênios do humor de todos os tempos e além disso, Rodrigo Faro. Quanto à literatura, se é que isso realmente importa pra alguém, o nosso herói, Kaito, gostava muito de gibis do Batman. E era um dos grandes clássicos que ele punha-se a ler naquele exato momento importante no qual um estranho homem do cabelo rosa chamou-lhe a atenção, perguntando se uma tal Yokune Ruko morava naquele prédio.
—Que prédio? Eu não sei de prédio nenhum, respondeu o solteiro, boladão. A bichona o interrompera justo na parte em que o Coringa sentava o pé-de-cabra na cabeça do pobre coitado Robin, extraindo-lhe a vida como faria o Shang Tsung se ele fosse um vilão do Batman.
—Esse, no qual você trabalha, sr…?
—Não sabe ler o crachá não, vagabundo? Circulando.
—Eu não sei se você entendeu, mas, como eu ia dizendo, eu vim fazer uma visita a uma velha amiga. Yokune Ruko, do 103. O senhor poderia avisá-la?
—E eu tenho cara de porteiro? Olha, rapaz. Eu tô aqui, sentado, feliz, lendo a porra do meu gibi, e você vêm em encher a paciência? Eu não sou pago pra aturar vagabundo. Se tu não se mover daí nos próximos vinte e cinco minutos, eu vou chamar a polícia!
—Cara, você sofre de alguma espécie de distúrbio anti-social? Pelo amor de Deus! Vinte e cinco minutos é tempo o suficiente pra eu lhe partir a cara. Ok.. Se é assim que você quer, eu vou ligar pra ela. E saiba que a sua atitude ainda lhe será prejudicial.
—Vai ligar é o meu caralho pintado de vermelho colhendo morando na orta do Gomes. Não permitimos celulares aqui. Se quiser fazer isso, que faça lá fora, acompanhado dos passarinhos.
—Tudo bem. Mas saiba que você vai se ver comigo, seu doente mental!
—Vade retro, satanás! E pare de me encarar, eu não tô cagado. Ainda… na minha concepção de cagado.
—E qual é a sua concepção de cagado?
—Ora, pois! Tá com a cueca atolada de merda.
—Ok, ok. Eu o deixarei com a sua disposição para a leitura.

E assim, mais uma vez, o porteiro favorito da vizinhança fez mais uma vítima em meio a tantos desafortunados e infelizes. De fato, era uma personagem familiar para todas as pessoas de bem que já aporrinhou e tinha um certo carisma entre os bem humorados. No entanto, a grande verdade sobre esse indivídeo era que ninguém sabia ao certo porque Kaito agia assim. Alguns argumentavam que ele fazia por troça, que era palhaço, um sujeito de artimanhas humorísticas. Outros partilhavam da opinião do sujeito de madeixar rosadas: trava-se de um maníaco. Mas grande verdade, meus senhores, era que o nosso pequeno homem simplesmente não fazia ideia de como estava agindo. A princípio, pode não ser algo evidente para os menos perspicazes, mas, aplicado um certo grau analítico científico, em poucos minutos notava-se o leve grau de desapego social desta personalidade ilustre. E não precisava de muito: movimentos repetitivos, rugas protuberantes, uma cara de limão azedo, mal álito e um total descompromisso com conceitos estéticos atestavam cientificamente que se trava d’um vagabundo mal comido e inescrupuloso. Nada muito diferente daquilo que se encontra n’outras camadas dessa sociedade—as mais baixas, em geral—, mas com uma pequena célula de neurose deliciosamente original e intrigante. Coisa do capeta, se você me perguntar. Infelizmente, o viadão de cabelo rosa não conseguia compreender tamanha profundidade, e isso lhe causava um certo desconforto mórbido de partir a espinha. E foi com esse desconforto evidente que ele ligou para sua amiga, Ruko, interrompendo-a no meio de um exercício sexual solitário, cujo feitio a sociedade concervadora muito condena.
—Err…. A…lô?
—Alô, Ruko?
—Ah… olá, Gakupo. O que você quer?
—Eu estou aqui, na porta do seu prédio, tendo sérios problemas com o porteiro. Acho que ele é retardado.
—O Kaito? Não, ele é um amor. Digo… quando ele toma o seu remédio. É mais uma questão de saber como lidar.
—E como supostamente eu deveria lidar com ele?
—Fale sobre pandas e… ok, espere alguns segundos, eu já estou decendo. Tente não olhar diretamente nos olhos dele, o deixa ainda mais irritado. Além disso, ele alega que provoca cócegas na nuca, e isso soa muito, mas muito irritante.
—Tá beleza então. Se você quer que seja assim, assim será.

Yokune Ruko não era do tipo disposto. Qualquer coisa que não dissesse respeito a uma necessidade imediata a deixava frustrada e um tantoindisposta. Felizmente a vida é feita de esforços e essa noção sempre lhe coube bem.

December 25, 2010
—Ô filho, vem assistir Rei Leão com o vôvô.—Porra, avô! Esse filme é chato pra caralho, nem tem porrada. Eu sou mais DRAGAUMBÁL, tem porrada pra cacete e os mano tem trinta metros de anabolizante de cavalo injetado no cu. —Esses desenhos japoneses são coisa do capeta! Vê essa porra que é bem melhor, vai te fazer crescer como um bom cidadão.—SIFUDÊ.—CAÇA A BOCA!—Nem vou. Prefiro MORREH do que ver Rei Leão.—Deixa de ser chato, moleque! Se você quiser, acaba gostando de qualquer coisa. Por isso me faça o favor de TENTAR gostar logo de uma vez, antes que eu pegue o meu sinto.—Você não vai me bater, eu tenho um PODER DE LUTA DE MAIS DE 8000.}—MAIS DE 8000? Mas como você é burro! Obviamente isso é um engano, e além disso o aparelho que eu comprei pra você no natal está QUEBRADO.—Você não sabe de nada! Duvido você me falar qual o poder de luta do Kakaroto.—Deixe de ser chato, fedelho! Isso é culpa de má criação! Culpa de sua mãe, aquela miliante…—O fato da minha mãe dar o cu pra viver não a torna uma miliante. Retire o que você disse, seu velho brocha!—Agora cê me ofendeu. Vou te encher de porrada.—Ah é? Vem pra mão então, velho k_basso! DUPLO KAYOKEN!—WHAT? Eu nunca sentir um ki tão poderoso!—Sinta o poder do KAYOKEN!!!!!!!!!!!!!!!!!!—IHNAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

—Ô filho, vem assistir Rei Leão com o vôvô.
—Porra, avô! Esse filme é chato pra caralho, nem tem porrada. Eu sou mais DRAGAUMBÁL, tem porrada pra cacete e os mano tem trinta metros de anabolizante de cavalo injetado no cu.
—Esses desenhos japoneses são coisa do capeta! Vê essa porra que é bem melhor, vai te fazer crescer como um bom cidadão.
—SIFUDÊ.
—CAÇA A BOCA!
—Nem vou. Prefiro MORREH do que ver Rei Leão.
—Deixa de ser chato, moleque! Se você quiser, acaba gostando de qualquer coisa. Por isso me faça o favor de TENTAR gostar logo de uma vez, antes que eu pegue o meu sinto.
—Você não vai me bater, eu tenho um PODER DE LUTA DE MAIS DE 8000.}
—MAIS DE 8000? Mas como você é burro! Obviamente isso é um engano, e além disso o aparelho que eu comprei pra você no natal está QUEBRADO.
—Você não sabe de nada! Duvido você me falar qual o poder de luta do Kakaroto.
—Deixe de ser chato, fedelho! Isso é culpa de má criação! Culpa de sua mãe, aquela miliante…
—O fato da minha mãe dar o cu pra viver não a torna uma miliante. Retire o que você disse, seu velho brocha!
—Agora cê me ofendeu. Vou te encher de porrada.
—Ah é? Vem pra mão então, velho k_basso! DUPLO KAYOKEN!
—WHAT? Eu nunca sentir um ki tão poderoso!
—Sinta o poder do KAYOKEN!!!!!!!!!!!!!!!!!!
—IHNAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

December 25, 2010
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TONIGHT, LONG STICK GOES BOOM!

December 25, 2010
Vocês podem não saber disso, mas eu sou uma pessoa feliz e tenho muito respeito pela vida humana e todas as coisas maravilhosas que ela proporciona.

Vocês podem não saber disso, mas eu sou uma pessoa feliz e tenho muito respeito pela vida humana e todas as coisas maravilhosas que ela proporciona.

(Source: mephistowalker)

December 17, 2010
—Chega aí, seu ninja. Eu quero conversar a respeito de um negócio.—Não é do feitio dos ninjas conversarem a respeito de negócios, mas acho que tratando-se da sua pessoa, eu posso abrir uma leve exceção. Fale.—É divertido fazer coisas ninja?—Olha, não faz parte da doutrina se gabar, mas… é foda pra caralho. —Sinistro. E como eu faço pra ser um ninja?—Não é tão simples. Por mais que se trate de uma doutrina; ou seja, um ensinamento que pode ser transmitido de pessoa para pessoa, não basta ouvir a palavra. Um ninja tem de nascer com “algo” especial dentro dele. Algo ninja.—E como eu faço pra descobrir se tenho esse “algo ninja”?—Você precisa se entregar de corpo e alma ao treinamento e não a algum poder demoníaco.—Não parece ser tão difícil.—E não é, desde que vocÊ possa pagar as mensalidades do curso.—E quanto custa?—Uns $5000,00 por mês. Coisa pouca. —Talvez ser um ninja não seja assim tão legal…—Tem gente que paga muito mais pra ter um curso superior! —Mas um curso superior é um curso superior…—Me aponte uma faculdade que te ensine a correr pelas paredes e ser inatingível, seja por valas ou por qualquer outra coisa!—Err… Educação física?—PAU NO SEU CU!

—Chega aí, seu ninja. Eu quero conversar a respeito de um negócio.
—Não é do feitio dos ninjas conversarem a respeito de negócios, mas acho que tratando-se da sua pessoa, eu posso abrir uma leve exceção. Fale.
—É divertido fazer coisas ninja?
—Olha, não faz parte da doutrina se gabar, mas… é foda pra caralho. 
—Sinistro. E como eu faço pra ser um ninja?
—Não é tão simples. Por mais que se trate de uma doutrina; ou seja, um ensinamento que pode ser transmitido de pessoa para pessoa, não basta ouvir a palavra. Um ninja tem de nascer com “algo” especial dentro dele. Algo ninja.
—E como eu faço pra descobrir se tenho esse “algo ninja”?
—Você precisa se entregar de corpo e alma ao treinamento e não a algum poder demoníaco.
—Não parece ser tão difícil.
—E não é, desde que vocÊ possa pagar as mensalidades do curso.
—E quanto custa?
—Uns $5000,00 por mês. Coisa pouca. 
—Talvez ser um ninja não seja assim tão legal…
—Tem gente que paga muito mais pra ter um curso superior! 
—Mas um curso superior é um curso superior…
—Me aponte uma faculdade que te ensine a correr pelas paredes e ser inatingível, seja por valas ou por qualquer outra coisa!
—Err… Educação física?
—PAU NO SEU CU!

December 14, 2010
PEACOCK

PEACOCK

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